𝐏𝐒𝐏 𝐭𝐞𝐦 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐫 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐚𝐝𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐝𝐢𝐠𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞
A 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚çã𝐨 𝐒𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨𝐬 𝐏𝐫𝐨𝐟𝐢𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐚 𝐏𝐨𝐥í𝐜𝐢𝐚 (𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏) reuniu hoje com o chefe de gabinete do secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna e outros representantes do grupo de trabalho.
A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 entendeu participar neste grupo de trabalho técnico porque estamos sempre do lado da proposta e do contributo, desde que os processos sejam sérios, objetivos e alcançáveis.
A 𝐀𝐒𝐏𝐏/𝐏𝐒𝐏 tem a sua proposta, a sua visão sobre o suplemento de risco (caráter universal, a 14 meses, com perspetiva de proteção social no futuro).
É esse documento que defendemos.
O documento que o Governo enviou na convocatória não passa de uma carta de intenções, é vago.
O Governo está legitimado para discutir suplemento de risco, e não os outros suplementos.
Temos menos de dois meses para cumprir aquilo que o OE obriga e não queremos que a reestruturação dos demais suplementos, os quais deveriam ter sido ajustados há anos, possam servir para condicionar a atribuição ou valor do risco.
Risco é risco, e este é definido pelo estatuto profissional e estatuto disciplinar. Não deve ser adulterado o seu princípio.
Devemos centrar a atenção no suplemento de risco, pois a vida de um polícia na PSP não pode continuar a ser desvalorizada e tratada de forma diferente.
Teremos depois de ajustar os demais suplementos (proposta que já entregámos a 28 de abril) por forma a retificar incongruências presentes.
Queremos efetivar a nossa proposta e exigimos que o suplemento de risco seja digno e relevante para os polícias.
Comunicado PDF